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Homofobia: Se ódio é o problema, posso discordar em amor?

A Universidade Presbiteriana Mackenzie vem recebendo ataques e críticas por um texto alegadamente “homofóbico” veiculado em seu site desde 2007. Nós, de várias denominações cristãs, vimos prestar solidariedade à instituição. Nós nos levantamos contra o uso indiscriminado do termo “homofobia”, que pretende aplicar-se tanto a assassinos, agressores e discriminadores de homossexuais quanto a líderes religiosos cristãos que, à luz da Escritura Sagrada, consideram a homossexualidade um pecado. Ora, nossa liberdade de consciência e de expressão não nos pode ser negada, nem confundida com violência. Consideramos que mencionar pecados para chamar os homens a um arrependimento voluntário é parte integrante do anúncio do Evangelho de Jesus Cristo. Nenhum discurso de ódio pode se calcar na pregação do amor e da graça de Deus. 

Como cristãos, temos o mandato bíblico de oferecer o Evangelho da salvação a todas as pessoas. Jesus Cristo morreu para salvar e reconciliar o ser humano com Deus. Cremos, de acordo com as Escrituras, que “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). Somos pecadores, todos nós. Não existe uma divisão entre “pecadores” e “não-pecadores”. A Bíblia apresenta longas listas de pecado e informa que sem o perdão de Deus o homem está perdido e condenado. Sabemos que são pecado: “prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, contendas, rivalidades, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias” (Gálatas 5.19). Em sua interpretação tradicional e histórica, as Escrituras judaico-cristãs tratam da conduta homossexual como um pecado, como demonstram os textos de Levítico 18.22, 1Coríntios 6.9-10, Romanos 1.18-32, entre outros. Se queremos o arrependimento e a conversão do perdido, precisamos nomear também esse pecado. Não desejamos mudança de comportamento por força de lei, mas sim, a conversão do coração. E a conversão do coração não passa por pressão externa, mas pela ação graciosa e persuasiva do Espírito Santo de Deus, que, como ensinou o Senhor Jesus Cristo, convence “do pecado, da justiça e do juízo” (João 16.8). 

Queremos assim nos certificar de que a eventual aprovação de leis chamadas anti-homofobia não nos impedirá de estender esse convite livremente a todos, um convite que também pode ser recusado. Não somos a favor de nenhum tipo de lei que proíba a conduta homossexual; da mesma forma, somos contrários a qualquer lei que atente contra um princípio caro à sociedade brasileira: a liberdade de consciência. A Constituição Federal (artigo 5º) assegura que “todos são iguais perante a lei”, “estipula ser inviolável a liberdade de consciência e de crença” e “estipula que ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política”. Também nos opomos a qualquer força exterior – intimidação, ameaças, agressões verbais e físicas – que vise à mudança de mentalidades. Não aceitamos que a criminalização da opinião seja um instrumento válido para transformações sociais, pois, além de inconstitucional, fomenta uma indesejável onda de autoritarismo, ferindo as bases da democracia. Assim como não buscamos reprimir a conduta homossexual por esses meios coercivos, não queremos que os mesmos meios sejam utilizados para que deixemos de pregar o que cremos. Queremos manter nossa liberdade de anunciar o arrependimento e o perdão de Deus publicamente. Queremos sustentar nosso direito de abrir instituições de ensino confessionais, que reflitam a cosmovisão cristã. Queremos garantir que a comunidade religiosa possa exprimir-se sobre todos os assuntos importantes para a sociedade.

Manifestamos, portanto, nosso total apoio ao pronunciamento da Igreja Presbiteriana do Brasil publicado no ano de 2007 e reproduzido parcialmente, também em 2007, no site da Universidade Presbiteriana Mackenzie, por seu chanceler, Reverendo Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes. Se ativistas homossexuais pretendem criminalizar a postura da Universidade Presbiteriana Mackenzie, devem se preparar para confrontar igualmente a Igreja Presbiteriana do Brasil, as igrejas evangélicas de todo o país, a Igreja Católica Apostólica Romana, a Congregação Judaica do Brasil e, em última instância, censurar as próprias Escrituras judaico-cristãs. Indivíduos, grupos religiosos e instituições têm o direito garantido por lei de expressar sua confessionalidade e sua consciência sujeitas à Palavra de Deus. Postamo-nos firmemente para que essa liberdade não nos seja tirada.

Este manifesto é uma criação coletiva com vistas a representar o pensamento cristão brasileiro. Para ampla divulgação.

Fonte: http://voltemosaoevangelho.blogspot.com

Obs.: A figura não faz parte do artigo original.

Disciplinados para a santidade

“Ora, na vossa luta contra o pecado, ainda não tendes resistido até ao sangue e estais esquecidos da exortação que, como a filhos, discorre convosco: Filho meu, não menosprezes a correção que vem do Senhor, nem desmaies quando por ele és reprovado; porque o Senhor corrige a quem ama e açoita a todo filho a quem recebe. É para disciplina que perseverais (Deus vos trata como filhos); pois que filho há que o pai não corrige? Mas, se estais sem correção, de que todos se têm tornado participantes, logo, sois bastardos e não filhos. Além disso, tínhamos os nossos pais segundo a carne, que nos corrigiam, e os respeitávamos; não havemos de estar em muito maior submissão ao Pai espiritual e, então, viveremos? Pois eles nos corrigiam por pouco tempo, segundo melhor lhes parecia; Deus, porém, nos disciplina para aproveitamento, a fim de sermos participantes da sua santidade. Toda disciplina, com efeito, no momento não parece ser motivo de alegria, mas de tristeza; ao depois, entretanto, produz fruto pacífico aos que têm sido por ela exercitados, fruto de justiça. Por isso, restabelecei as mãos descaídas e os joelhos trôpegos; e fazei caminhos retos para os pés, para que não se extravie o que é manco; antes, seja curado. Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor,” (Hb 12:4-14)

O texto supracitado nos mostra claramente que quando o Pai nos recebeu como seus filhos fomos imediatamente inseridos em Seu plano disciplinador. Todo cristão autêntico, sem exceção, logo após o seu novo nascimento é matriculado, necessariamente, na escola disciplinadora do Aba, rumo à soberana vocação.
Neste aspecto está em vista o supremo propósito de Deus em Cristo Jesus. Por sermos tão amantes de nós mesmos (ver Jo 12:25), tão apegados às coisas desta terra, tão propensos às trevas, o Senhor por sua indescritível misericórdia e graça providencia circunstâncias diversas a fim de nos desarraigar de tudo o que é contrário à Sua vontade, para assim, formar em nós o caráter de Seu Filho. “Deus não esfregaria de maneira tão forte, se não fosse para eliminar a imundície e as manchas que há em Seu povo”, ponderou Thomas Brooks. Qual o significado que atribuímos aos acontecimentos que nos sobrevêm? Será que julgamos tudo pela perda que sofremos, pelas dores que passamos, ou sujeitemo-nos “Aquele que é sábio demais para errar e demais amoroso para ser cruel”? Henry Law expressou-se sugestivamente: “Crente, não pense em um repouso sem perturbações, enquanto você não se livrar da carne. Há um ciclo incessante de tristeza e tentação nesta vida. Mas nunca despreze os açoites. Eles têm a voz da instrução. São aplicados pela mão de um Pai amoroso”.
Irmãos e irmãs, este é o trilhar pelo caminho da cruz. Como disse Paul Holdcraft, a cruz é um programa de vida e não apenas o centro da Teologia. A filiação inclui a provação. Toda disciplina da parte do Pai tem como objetivo nos santificar, nos tornar conformados à imagem de Cristo. Necessitamos atentar para algo sumamente importante neste aspecto: Não é para o nosso bem estar que somos disciplinados, nem para nossa satisfação pessoal, tampouco para que sejamos melhores a fim de que deixemos certos vícios de lado, ou para investir em algumas áreas de nossa vida pela qual temos falhado muitíssimas vezes; mas para sermos participantes da santidade de Deus. E sabemos que a santificação de Deus é Cristo Jesus. “Mas vós sois dele, em Cristo Jesus, o qual se nos tornou, da parte de Deus, sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção,” (I Co 1:30) Disto decorre que o propósito da disciplina dos santos é que Cristo cresça e nós diminuamos. Em vista disto, a santidade que o Senhor requer é nosso completo esvaziamento de nós mesmos para o completo enchimento da vida de Cristo em nós. “Cristo é a suficiência de Deus para nossa completa deficiência”. Leiamos Romanos 8:28-30. “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. E aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou.” Aqui podemos ver algo mui glorioso: O Senhor nos chamou para este propósito soberano; sermos semelhantes a Cristo. Não somente revelar o Seu Filho em nós, não somente que tivéssemos a sua vida, porém, para que Cristo seja formado em nós. Aleluia! Deus deu o Seu Filho para tê-Lo de volta em cada um de seus remidos. Irmãos amados, o Senhor não deseja investir em nós no que tange à nossa melhoria, antes, deseja que Seu Filho ocupe o lugar de primazia em nós. O irmão Stephen Kaung deixou algo muito precioso dentro deste contexto. Disse ele: “Se pudéssemos olhar dentro do coração de Deus enxergaríamos apenas a Cristo. Se pudéssemos contemplar dentro do coração de Cristo teríamos apenas uma única visão: A Igreja”. Também foi dito por certo irmão: “A glória da Igreja não procede de si mesma, mas daquele que a comprou com seu próprio sangue. A Igreja não tem glória própria. Se tirarmos os olhos do Cabeça e olharmos para o corpo, estaremos criando uma confusão para nós. Nós estaremos criando nuvens de trevas para nós mesmos, para nossa experiência. O que deve aparecer na Igreja é tão somente o Cabeça:Cristo Jesus. Este é o objetivo da Igreja: expressar a Cristo Jesus”. Irmãos e irmãs, o que é a Igreja? É o corpo de Cristo. É a assembléia dos santos reunidos em torno do precioso nome do Senhor Jesus Cristo para a vida de comunhão com o Pai e com seu Filho. (cf. Mt 18:20 , I Jo 1:3) A Igreja é a expressão de Cristo. “no qual não pode haver grego nem judeu, circuncisão nem incircuncisão, bárbaro, cita, escravo, livre; porém Cristo é tudo em todos.” (Cl 3:11) “Quando Cristo é tudo em todos, as divisões desaparecem, as mais apreciadas qualidades aparecem, a compreensão e o perdão têm êxito, o amor une a todos, a paz e a gratidão dominam o coração, a vida se torna exemplar aos outros e Deus é plenamente glorificado”.1 E isto só será possível através da disciplina amorosa do Pai celestial para com os Seus. Alguém já disse: “Algumas pessoas vivem se queixando de que as rosas têm espinhos; eu prefiro ser grato pelos espinhos terem as rosas”. Dizem que o sândalo (uma árvore originária da Índia e outras partes da Ásia) perfuma quem a fere. Oxalá, irmãos, ao invés de entristecermos e murmurarmos, diante das circunstâncias que nos sobrevêm, sejamos os recipientes através dos quais o bom perfume de Cristo possa ser exalado. “Graças, porém, a Deus, que, em Cristo, sempre nos conduz em triunfo e, por meio de nós, manifesta em todo lugar a fragrância do seu conhecimento. Porque nós somos para com Deus o bom perfume de Cristo, tanto nos que são salvos como nos que se perdem. Para com estes, cheiro de morte para morte; para com aqueles, aroma de vida para vida. Quem, porém, é suficiente para estas coisas? (II Co 2:14-16) Permitam-me repetir irmãos: Qual o significado que temos atribuído às circunstâncias que nos cercam? Como temos reagido diante das crises que nos assaltam? John Newton nos ensina uma preciosa lição por sua própria experiência: “Valeu a pena ter ficado um pouco no fogo, por causa da oportunidade de experimentar e demonstrar o poder e a fidelidade das promessas de Deus”. Irmãos e irmãs, que possamos ver além das circunstâncias: Que possamos olhar “firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus.” (Hb 12:2) Deus teve apenas um Filho sem corrupção; mas nenhum sem provação. Amados, é porque o Pai nos ama que Ele nos corrige. É porque o Pai nos quer completamente para Si mesmo, que Ele nos disciplina para sermos participantes de Sua santidade. Disse C.H.Spurgeon: “A espada da justiça não nos ameaça mais, mas a vara da correção paternal ainda está em uso”. Nenhum filho de Deus poderá comparecer diante do Senhor sem a santificação. “Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor,” (Hb 12:14) Que possamos bendizer ao nosso Senhor quando estivermos passando pela vara de sua correção. “A dolorosa tesoura de podar está em mãos seguras”, dizia John Stott. O que a nós nos concerne, o Senhor levará a bom termo e aos Seus propósitos Ele não renunciará. “Ora, o Deus de toda a graça, que em Cristo vos chamou à sua eterna glória, depois de terdes sofrido por um pouco, ele mesmo vos há de aperfeiçoar, firmar, fortificar e fundamentar”. (I Pe 5:10) “Se nada mais separar-me de meus pecados, Senhor, envia-me chaga tão cruel e calamidade tão grande que me despertem do sono mundano”, orava Robert Murray M’Cheyne. Ó amados, a despeito de vossas aflições e adversidades da vida, “deixa que Deus ordene os teus caminhos e espera nele, o que quer que aconteça; nele terás nos duros e maus dias tua suficiente Força e direção. Quem no perene amor de Deus confia sobre a Rocha Inabalável edifica”. Amém.

Fonte: http://filhovarao.blogspot.com/2010/06/disciplinados-para-santidade-levi.html

Obs.: A imagem não faz parte do artigo original.

Tentação – parte final

Agora que já estudamos um pouco do que é a tentação, do que é o pecado, as áreas em que somos tentados e que Jesus também foi tentado, resta a pergunta: o que fazer? O que fazer quando aparece a tentação?

Alguém comentou em um dos posts: ninguém tropeça numa montanha e sim em pedrinhas. Ou seja, para cairmos em maçã feliz 300x248 Tentação   parte final pecado é muito mais fácil tropeçarmos em alguma coisa “pequena”. A tentação nunca vai ter aparência de algo ruim, mas sim o disfarce de algo bom. (A maçã vem disfaraçada!).

Mas como resistir as tentações?

Bom, vc já viu que Jesus passou pelas mesmas coisas que vc! Então, por que vc não pede ajuda a Ele?

JESUS FOI TENTADO E AGORA É NOSSO AJUDADOR

Então, corre pra Palavra e sublinha esses versículos:

a) Jesus ora pelos que são tentados (Lc 22.31-32)

Jesus continuou: -Simão, Simão, escute bem! Satanás já conseguiu licença para pôr vocês à prova. Ele vai peneirar vocês como o lavrador peneira o trigo a fim de separá-lo da palha. Mas eu tenho orado por você, Simão, para que não lhe falte fé. E, quando você voltar para mim, anime os seus irmãos.

b) Ajuda aos que são tentados (Hb 2.17-18)

Isso quer dizer que foi preciso que Jesus se tornasse em tudo igual aos seus irmãos a fim de ser o Grande  Sacerdote deles, bondoso e fiel no seu serviço a Deus, para que os pecados do povo fossem perdoados.  E agora Jesus pode ajudar os que são tentados, pois ele mesmo foi tentado e sofreu.

c) Compadece das nossas fraquezas (Hb 4.15-16)estender a mão 300x225 Tentação   parte final

O nosso Grande Sacerdote não é como aqueles que não são capazes de compreender as nossas fraquezas. Pelo contrário, temos um Grande Sacerdote que foi tentado do mesmo modo que nós, mas não pecou. Por isso tenhamos confiança e cheguemos perto do trono divino, onde está a graça de Deus. Ali receberemos misericórdia e encontraremos graça sempre que precisarmos de ajuda.

d) Salva aos que lhe obedecem (Hb 5.8-9)

Embora fosse o Filho de Deus, ele aprendeu, por meio dos seus sofrimentos, a ser obediente. E, depois de ser aperfeiçoado, ele se tornou a fonte da salvação eterna para todos os que lhe obedecem.

e) Intercede por nós (Hb  7.25)

E por isso ele pode, hoje e sempre, salvar os que vão a Deus por meio dele, porque Jesus vive para sempre a fim de pedir a Deus em favor deles.

f) Guarda os fiéis na hora da tentação (Ap 3.10)

Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra.

g) Ele venceu! E a vitória é certa (Jo 16.33)

Eu digo isso para que, por estarem unidos comigo, vocês tenham paz. No mundo vocês vão sofrer; mas tenham coragem. Eu venci o mundo.

Então! Pede ajuda a Jesus, Ele entende o que vc tá passando!  Mas vc também precisa fazer a sua parte.

Se um dos seus olhos faz com que você peque, arranque-o! Pois é melhor que você entre no Reino de Deus com um olho só do que ter os dois e ser jogado no inferno. (Marcos 9:47)

Gosto da forma como o filme À Prova de Fogo demonstra essa situação. O marido que não consegue se livrar da pornografia online, o que ele faz? Apenas não clicar nos sites não era suficiente. Ele não era forte o suficiente. Então, ele joga o computador fora. Ótima ilustração desse versículo. Não o interprete literalmente. Não vá arrancar teu olho! Mas arrenque as coisas que não te fazem bem. Desligue o computador, ou o jogue fora. Não compre aquelas revistas. Desligue a tv.

Devemos ser guiados pela Palavra de Deus. Jesus não resistiu ao diabo utilizando o Seu poder. Antes, Ele se manteve firme, na Palavra de Deus:

“Guardo no coração as Tuas palavras, para não pecar contra ti” (Salmos 119:11).

Por meio da Palavra de Deus, podemos saber como Ele deseja que vivamos quando tentados. Isso nos encoraja bastante, pois nos mostra que a resistência está ao nosso alcance. Se permitirmos que a palavra de Deus habite em nós, seremos fortalecidos em nosso  interior com o poder necessário para vencer o maligno (1 João 2:14).

“Porque maior é aquele que está em vós do que aquele que está no mundo” (1 João 4:4).

Observe os versículos que Cristo citou em resposta às seduções do diabo. “Não só de pão viverá o homem” está em  Deuteronômio 8:3. “Não tentarás o Senhor, teu Deus” está em Deuteronômio 6:16. E “Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a ele darás culto” está em Deuteronômio 6:13. Todas as três são citações de uma parte das Escrituras que se inicia com estas palavras: “Ouve, Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor. Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força” (Deuteronômio 6:4-5). Cristo mais tarde chamouleitura 300x174 Tentação   parte final isso: “O principal de todos os mandamentos” (Marcos 12:29). No deserto, Cristo demonstrou que, embora tentado a pecar tanto física quanto emocionalmente, mesmo a maior das tentações pode ser vencida se estivermos completamente comprometidos com Deus e com a Sua obra. Que o exemplo de resistência de Cristo sempre nos guie.

obs: baseado nos sites  http://www.adapucarana.org/http://www.estudosdabiblia.net/

Uma ótima semana!

Que possamos colocar em prática esse versículo:

“Guardo no coração as Tuas palavras, para não pecar contra ti” (Salmos 119:11).

Abraços

Pati Geiger

Fonte: http://naomordamaca.com/2010/05/24/tentacao-parte-final/

Tentação X Pecado (parte 2)

Bom, vamos continuar o post de semana passada! \o/  Se vc não leu, http://naomordamaca.com/2010/05/11/tentacao-x-pecado-parte-1/

maçã na cabeça 295x300 Tentação X Pecado (parte 2)

As vezes pensamos que ninguém mais passa pelo que passamos. Ninguém entende as tentações que passamos.

E lendo a Bíblia entendemos que tem alguém que sabe o que é isso! JESUS

“O nosso Grande Sacerdote não é como aqueles que não são capazes de compreender as nossas fraquezas. Pelo contrário, temos um Grande Sacerdote que foi tentado do mesmo modo que nós, mas não pecou.” Hebreus 4:15

Eu lia e relia esse versículo, mas mesmo assim não conseguia entender. Como que Jesus passou pelas mesmas coisas que eu? Como? Como Ele foi tentado do mesmo  modo? Ele viveu numa época bem diferente! Ele não passou o mesmo que eu passo!

Realmente. Hoje, temos toda uma tecnologia que não existia naquela época e que de certa forma, nos tenta, facilitando a queda ao pecado. Internet e televisão são só alguns exemplos.

Então, eu não entendia como Jesus “foi tentado do mesmo modo que nós”, se vivemos coisas totalmente diferentes. Comecei a pedir sabedoria a Deus nessa área, e foi estudando isso mais a fundo que Deus me ensinou muita coisa.

Esse pensamentos de “ninguém me entende” ou “Jesus não passou por isso” são dardos do inimigo. O diabo fica colocando minhoca na cabeça da gente, pra que tenhamos uma desculpa para ceder ás tentações. Pensar que Jesus  não passou pelas mesmas tentações ou pensar que Ele não te entende, é um grande erro e devemos tomar cuidado com isso!

A Palavra de Deus diz que “em tudo Ele foi tentado”. Isso significa, EM TUDO! Já parou para pensar que o diabo tentou Jesus 3 vezes?

E quais são as áreas em que somos tentandos? As 3 áreas que estudamos semana passada?

Aham! Jesus também foi tentado nessas 3 áreas!

1. Concupiscência da carnepães 300x300 Tentação X Pecado (parte 2)

Em Mt 4:3,4, Jesus é tentado em relação a este desejo. Satanás, percebendo a necessidade física de Jesus, incitou-o a  colocar este desejo acima da Palavra de Deus. A última coisa que Deus havia dito para Jesus foi: “Tu és meu filho amado, em ti me tenho comprazido” (Lc 3:22) e agora em detrimento desta verdade o diabo tentou Jesus a satisfazer seu desejo de comer dizendo: “Se tu és o Filho de Deus, dize a esta pedra que se transforme em pão”.

Jesus resistiu à tentação deixando bem claro que ele não era governado por este desejo ou apetite, antes sim, pela palavra que procede da boca de Deus.

2.    Concupiscência dos olhos

Em Mt 4:8-10, Satanás mostrou-lhe todos os reinos do mundo, e disse: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares”. O diabo estava oferecendo a Jesus uma maneira fácil de atingir seus objetivos. Na verdade ele estava tirando Jesus do caminho da cruz. O mandamento de Deus era que ele comprasse com seu sangue pessoas de todas tribos, línguas, povos e nações.

Tudo que queremos conseguir tem que ser através da cruz, ou seja, precisamos, antes, entregar para Deus.

Aqui percebemos como este desejo de conquista está ligado com nossa vida de adoração. Jesus não negociou com a prioridade de ser um verdadeiro adorador repelindo o diabo juntamente com sua “generosa” oferta.

3.    Soberba da vida

Em Mt 4:5-7, vemos Jesus sendo tentado também nesse desejo. Satanás levou-o ao mais alto pináculo do  deserto 300x156 Tentação X Pecado (parte 2)templo. Jesus estava sendo tentado a impressionar as autoridades religiosas e convencê-los de seus poderes sobrenaturais, atuando como um super-herói em busca da afirmação das pessoas.

A fama não deve ser uma causa, mas uma conseqüência nas nossas vidas. Se você se apresenta aprovado diante de Deus, o próprio Deus é quem vai te apresentar aprovado diante das pessoas.

Porquanto qualquer que a si mesmo se exaltar será humilhado, e aquele que a si mesmo se humilhar será exaltado. Lucas 14:11

Temos que tomar muito cuidado em relação à motivação de usar os dons e ministérios que Deus nos tem dado. É aqui que somos tentados a tentar a Deus, temendo aos homens e manipulando o favor deles. A motivação que prevalecia em Jesus era de agradar ao Pai, por isto Ele novamente resistiu à tentação estabelecendo como prioridade o mandamento de Deus: “Não ten-tarás o Senhor teu Deus” (Lc 4:12).

É importante observarmos aqui, que quando Satanás citou as Escrituras (Si 91:11,12), deixou de mencionar uma frase muito significativa; “…para que te guardem em todos os teus caminhos”. Apenas em harmonia com os propósitos e caminhos de Deus é que desfrutamos de sua especial proteção. Isto revela a importância de andarmos em obediência ao chamado de Deus com todo temor: “O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem, e os livra” (Si 34:7).

obs 1: baseado no livro “A face oculta do amor”, do escritor Marcos de Souza Borges.

obs 2: ainda teremos a parte 3 ;)

Abração amados!

Que Deus os fortaleça mais e mais a cada dia!

Pati Geiger ;)

Fonte: http://naomordamaca.com/2010/05/18/tentacao-x-pecado-parte-2/

Pureza

Qual é o segredo de viver uma vida pura? A Bíblia diz em Salmos 119:9 “Como purificará o jovem o seu caminho? Observando-o de acordo com a tua palavra.”
Deus promete felicidade aos que são puros de coração. A Bíblia diz em Mateus 5:8 “Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus.”
Em que devemos concentrar os nossos pensamentos? A Bíblia diz em Filipenses 4:8 “Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.”
Quem poderá ver o Senhor? A Bíblia diz em Salmos 24:3-4 “Quem subirá ao monte do Senhor, ou quem estará no seu lugar santo? Aquele que é limpo de mãos e puro de coração; que não entrega a sua alma à vaidade, nem jura enganosamente.”
A pureza também significada interessar-se pelos necessitados. A Bíblia diz em Tiago 1:27 “A religião pura e imaculada diante de nosso Deus e Pai é esta: Visitar os órfãos e as viúvas nas suas aflições e guardar-se isento da corrupção do mundo.
Uma pessoa vê e ouve aquilo que quer. A Bíblia diz em Tito 1:15 “Tudo é puro para os que são puros, mas para os corrompidos e incrédulos nada é puro; antes tanto a sua mente como a sua consciência estão contaminados.”
Escolha amigos que amem a Deus e tenham coraçôes puros. A Bíblia diz em 2 Timóteo 2:22 “Foge também das paixões da mocidade, e segue a justiça, a fé, o amor, a paz com os que, de coração puro, invocam o Senhor.”
A pureza é um requisito para a preparação da Segunda Vinda de Cristo. A Bíblia diz em1 João 3:2-3 “Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifesto o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é, o veremos. E todo o que nele tem esta esperança, purifica-se a si mesmo, assim como ele é puro.”

Fonte: http://www.jesusvoltara.com.br/info/pureza.htm

Obs.: A figura não faz parte do texto original.

Estratégias para Lutar Contra a Lascívia

Penetrado pela PAlavra - John Piper

por John Piper

Estou pensando em homens e mulheres. Para os homens, isto é óbvio. A necessidade de lutar contra o bombardeamento de tentações visuais para nos fixarmos em imagens sexuais é urgente. Para as mulheres, isto é menos óbvio, porém tal necessidade se torna maior, se ampliamos o escopo da tentação de alimentar imagens ou fantasias de relacionamentos. Quando uso a palavra “lascívia”, estou me referindo principalmente à esfera dos pensamentos, imaginações e desejos que visualizam as coisas proibidas por Deus e freqüentemente nos levam a conduta sexual errada.

Não estou dizendo que o sexo é mau. Deus o criou e o abençoou. Deus tornou o sexo agradável e definiu um lugar para ele, a fim de proteger sua beleza e poder — ou seja, o casamento entre um homem e uma mulher. Mas o sexo tornou-se corrompido pela queda do homem no pecado. Portanto, temos de exercer restrição e fazer guerra contra aquilo que pode nos destruir. Em seguida, apresentamos algumas estratégias para lutar contra desejos errados.

Evitar — evite, tanto quanto for possível e sensato, imagens e situações que despertam desejos impróprios. Eu disse “tanto quanto possível e sensato”, porque às vezes a exposição à tentação é inevitável. E usei os termos “desejos impróprios” porque nem todos os desejos por sexo, alimento e família são maus. Sabemos quando tais desejos são impróprios, prejudiciais e estão se tornando escravizantes. Conhecemos nossas fraquezas e o que provoca tais desejos. Evitar é uma estratégia bíblica. “Foge, outrossim, das paixões da mocidade. Segue a justiça” ( 2 Tm 2.22). “Nada disponhais para a carne no tocante às suas concupiscências” (Rm 13.14).

Não — diga “não” a todo pensamento lascivo, no espaço de cinco segundos.1 E diga-o com a autoridade de Jesus Cristo. “Em nome de Jesus: Não!” Você não tem mais do que cinco segundos. Se passar mais do que esse tempo sem opor-se a tal pensamento, ele se alojará em sua mente com tanta força, a ponto de se tornar quase irremovível. Se tiver coragem, diga-o em voz alta. Seja resoluto e hostil. Como disse John Owen: “Mate o pecado, se não ele matará você”.2 Ataque-o imediatamente, com severidade. “Resisti ao diabo, e ele fugirá de vós” (Tg 4.7).

Voltar — volte seus pensamentos forçosamente para Cristo, como uma satisfação superior. Dizer “não” será insuficiente. Você tem de mover-se da defesa para o ataque. Combata o fogo com fogo. Ataque as promessas do pecado com as promessas de Cristo. A Bíblia chama a lascívia de “concupiscências do engano” (Ef 4.22). Tais concupiscências mentem. Prometem mais do que podem oferecer. A Bíblia as chama de “paixões que tínheis anteriormente na vossa ignorância” (1 Pe 1.14). Somente os tolos cedem a elas. “Num instante a segue, como o boi que vai ao matadouro” (Pv 7.22). O engano é vencido pela verdade. A ignorância é derrotada pelo conhecimento. E tem de ser uma verdade gloriosa e um conhecimento formoso. Esta é razão por que escrevi o livro Vendo e Provando a Cristo (Seeing and Proving Christ — Crossway, 2001). Preciso de breves retratos de Cristo para me manter despertado, espiritualmente, para a sublime grandeza do Senhor Jesus. Temos de encher nossa mente com as promessas e os deleites de Jesus. E volvermo-nos imediatamente para tais promessas e deleites, depois de havermos dito “não”.

Manter — mantenha, com firmeza, a promessa e o deleite de Cristo em sua mente, até que expulsem a outra imagem. “Olhando firmemente para… Jesus” (Hb 12.2). Muitos fracassam neste ponto. Eles desistem logo. Dizem: “Tentei expulsar a fantasia, mas não deu certo”. Eu lhes pergunto: “Por quanto tempo fizeram isso?” Quanta rigidez exerceram em sua mente? Lembre: a mente é um músculo. Você pode flexioná-la com violência. Tome o reino de Deus por esforço (Mt 11.12). Seja brutal. Mantenha diante de seus olhos a promessa de Cristo. Agarre-a. Agarre-a! Não a deixe ir embora. Continue segurando-a. Por quanto tempo? Quanto for necessário. Lute! Por amor a Cristo, lute até vencer! Se uma porta automática estivesse para esmagar seu filho, você a seguraria com toda a sua força e gritaria por ajuda. E seguraria aquela porta… seguraria… seguraria… Jesus disse que muito mais está em jogo no hábito da lascívia (Mt 5.29).

Apreciar — aprecie uma satisfação superior. Cultive as capacidades de obter prazer em Cristo. Uma das razões porque a lascívia reina em tantas pessoas é porque Cristo não lhes é muito cativante. Falhamos e somos enganados porque temos pouco deleite em Cristo. Não diga: “Esta conversa espiritual não é para mim”. Que passos você tem dado para despertar sua afeição por Cristo. Você tem lutado por encontrar gozo? Não seja fatalista. Você foi criado para valorizar a Cristo — de todo o coração — mais do que valoriza o sexo, o chocolate ou o açúcar. Se você tem pouco desejo por Cristo, os prazeres rivais triunfarão. Peça a Deus que lhe dê a satisfação que você não tem. “Sacia-nos de manhã com a tua benignidade, para que cantemos de júbilo e nos alegremos todos os nossos dias” (Sl 90.14). E olhe… olhe… e continue olhando para Aquele que é a pessoa mais magnificente do universo, até que você o veja da maneira como Ele realmente é.

Mover – mova-se da ociosidade e de outros comportamentos vulneráveis para uma atividade útil. A lascívia cresce rapidamente no jardim da ociosidade. Encontre algo útil para realizar, com todas as suas forças. “No zelo, não sejais remissos; sede fervorosos de espírito, servindo ao Senhor” (Rm 12.11); “Sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão” (1 Co 15.58). Seja abundante em atividades. Faça alguma coisa: limpe um quarto, pregue uma tábua, escreva uma carta, conserte uma torneira. E faça tudo por amor a Jesus. Você foi criado para administrar e trabalhar. Cristo morreu para nos tornar zelosos “de boas obras” (Tt 2.14). Substitua as concupiscências e paixões enganosas por boas obras.

Extraído do livro:
Penetrado pela Palavra, de John Piper
Copyright: © Editora FIEL 2009.
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