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Obedecer é melhor do que sacrifícios

Porém Samuel disse: Tem, porventura, o SENHOR tanto prazer em holocaustos e sacrifícios quanto em que se obedeça à sua palavra? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o atender, melhor do que a gordura de carneiros. 1 Samuel 15:22

Obedecer não é uma coisa natural para nós. Quando criança, aprendemos a palavra “não” antes da palavra “sim”. Abrigamos a rebelião e a desobediência desde os primeiros dias da nossa vida.

Para Deus a rebelião e a feitiçaria são sinônimos (1 Samuel 15:23). Muitas vezes, quando estamos em desobediência acerca de algo que o Senhor nos pediu, passamos a fazer coisas (sacrifícios) para agradá-lo, tentando aliviar nossa consciência. Não basta ser usado por Deus; é preciso ser aprovado por ele. Balaão foi usado pelo Senhor para abençoar Israel, entretanto foi reprovado, pois possuía um  coração obstinado (Números 22 a 24).

Deus está interessado em que obedeçamos integralmente sua palavra dada a nós, assim provamos que o amamos de fato (João 14:15; 14:21). Desobedecer a Deus é andar em círculos na vida. Não prosperaremos se insistirmos em nossos próprios caminhos.

Como foi dito antes, obedecer não é uma coisa natural para nós. Para aprendermos a obediência, precisamos primeiramente aprender o caminho da cruz. A cruz precisa tratar com nossas vidas até que toda a nossa vontade seja aniquilada, restando apenas a vontade de Deus, que é boa, agradável e perfeita (Rm 12:2). Trilhar o caminho da cruz significa morte para o nosso “eu”, ao mesmo tempo que produz vida para Deus – entramos em uma nova dimensão de paz e alegria; nada mais importa, senão a vontade do Senhor.

Fazer a vontade do Senhor deveria ser o nosso alimento, nossa busca intensa e constante. Jesus vivia este padrão:

Disse-lhes Jesus: A minha comida consiste em fazer a vontade daquele que me enviou e realizar a sua obra. João 4:34

Deus deseja que também vivamos este padrão de fé e obediência. O Espírito Santo que habita em nós nos auxiliará nessa caminhada.

Lorimar

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Entendendo o Amor do Pai

Porque o Senhor corrige o que ama, E açoita a qualquer que recebe por filho. (…) Porque [nossos pais], na verdade, por um pouco de tempo, nos corrigiam como bem lhes parecia; mas este, para nosso proveito, para sermos participantes da sua santidade. (Hebreus 12:6,10)

Amados irmãos em Cristo Jesus, quanto tempo nós filhos de Deus passamos sem compreender a revelação bíblica a respeito do reino do nosso Deus, do nosso Pai querido e das coisas que estão por vir, as coisas referentes ao tempo do fim!

O meu desejo, o meu dever nestas palavras é expressar a urgência de que todos nós filhos de Deus aguardemos a volta do Senhor Jesus e também estejamos conscientes sobre o nosso julgamento diante do tribunal de Cristo Jesus, e que cada um será retribuído conforme o seu viver hoje nesta terra.

A palavra de Deus é luz e, embora ela pareça ameaçadora, ela nos fala sobre correção, disciplina, açoites e dano da segunda morte.

Sendo assim, devemos compreender que açoites, correções, disciplina, ranger de dentes, são uma ameaça real apenas os filhos de Deus que são desobedientes ao Pai celestial.

Estas palavras que vou compartilhar com os meus amados irmãos sobre ENTENDER O AMOR DO PAI, na verdade são uma advertência, suplicando ao Senhor por sua Misericórdia sobre nossas vidas, para que nos dê oportunidade para nos ARREPENDERMOS, buscando viver, durante o tempo que nos resta, de modo agradável ao Senhor Jesus e vivendo para o seu supremo propósito.

Quando olhamos para o texto de Hebreus 12.6 podemos nos perguntar “POR QUE DEUS DISCIPLINA?”

A verdade é que Deus tem um propósito na disciplina.

Não é que Ele queira que soframos, mas sim que participemos da sua santidade.

Se um filho de Deus vive de maneira relaxada nesta terra, sem manifestar a natureza e a santidade de Deus, com certeza a mão de Deus recairá pesadamente sobre ele.

Deus, o nosso Pai, não gosta de nos açoitar.

Seu propósito é ter sua santidade manifestada em nós.

Portanto, percebemos que a disciplina não prova que não somos do Senhor, pelo contrário, ela prova que pertencemos ao Senhor.

Sendo assim, nunca poderemos dizer que um filho de Deus, que um crente poderá fazer tudo o que ele desejará após ser salvo.

Se um filho de Deus, se um crente dá vazão aos seus desejos maus, cometendo pecados, caindo em perversão e não tendo a santidade de Deus, Deus estenderá sua mão e o disciplinará por meio de seu AMBIENTE, de sua FAMÍLIA, sua SAÚDE, seu TRABALHO, e seus PLANOS FUTUROS.

Ele com certeza encontrará muitas dificuldades na FAMÍLIA, poderá experimentar muitas DOENÇAS e muitos INFORTÚNIOS em seu AMBIENTE.

Enfim, O Senhor quer que participemos de sua santidade. Nesta terra, ele quer que vivamos como filhos de Deus, expressando toda sua santidade.

É por isso que nosso Deus tem a sua maneira para conduzir-nos para a sua santidade.

Ele faz com que nos deparemos com muitas coisas em nossa FAMÍLIA, em nossos CORPOS, em nossa CARREIRA, em nossas FINANÇAS, em nosso AMBIENTE, a fim de que nos voltemos para Ele.

Enfim, esse é o propósito da disciplina em nossas vidas.

Ananias e Safira são um bom exemplo clássico no início do Novo Testamento.

Ananias e Safira eram crentes, eram filhos de Deus. Eles eram salvos, entretanto eles pecaram ao mentir ao Espírito Santo e receberam uma disciplina muito severa, conforme At 5.1-10.

O pecado deste casal cristão foi o de buscarem alguma vanglória.

Eles não se embebedaram nem cometeram adultério, entretanto o Senhor os disciplinou severamente por mentirem ao Espírito Santo, por desejarem alguma vanglória.

Os irmãos da igreja da cidade de Corinto não respeitavam a reunião da Mesa do Senhor, eles não respeitavam o corpo de Cristo Jesus e tratavam a Ceia de maneira leviana.

O resultado de tais atos é que a mão disciplinadora de Deus tornou-os em pessoas fracas e doentes, e até mesmo os fez morrer.

Deus, o nosso Deus, os tratou dessa maneira porque eles trataram o Corpo de Cristo Jesus levianamente: não viram a morte do Senhor Jesus, não viram a obra de Cristo Jesus, e não viram o Corpo de Cristo Jesus na prática da comunhão.

Eles não viram o respeito que deveriam prestar ao Senhor Jesus e, assim, após terem pecado, Deus os disciplinou!

Há um objetivo, há um propósito na disciplina de Deus, Ele visa salvar-nos de condenação no futuro, Ele visa salvar-nos da perda futura.

A primeira epístola do apóstolo João, no capitulo 5.16, nos fala de cristãos, nos fala de crentes, nos fala de filhos de Deus, que pecaram a tal ponto que Deus teria que fazê-los morrer e a carne deles seria removida deste mundo.

Toda a iniqüidade é pecado, e há pecado que não é para morte.1 Jo 5.16

Sem a FÉ, o homem não pode ser SALVO.

Sem as BOAS OBRAS, o homem não pode ser RECOMPENSADO.

Em 2 Tm 4.14 nos diz:

Alexandre, o latoeiro, causou-me muitos males; o Senhor lhe pague segundo as suas obras.

Aqui nos é citado um exemplo.

Um crente, estava tentando prejudicar Paulo, ele tinha pecado contra Paulo.

No futuro, os filhos de Deus serão recompensados diante de Deus segundo as suas obras.

A palavra de Deus nos fala sobre recebermos uma coroa, mas o que representa uma coroa?

Uma coroa representa uma POSIÇÃO NO REINO DE DEUS.

Ela também representa a GLÓRIA NO REINO DE DEUS.

Temos que ver que coroa é o símbolo do reino.

A coroa é uma recompensa para os VENCEDORES.

Deus nos mostra que, se alguém não puder entrar no Reino, irá para as trevas exteriores, ou seja, será castigado.

Por isso devemos viver em santo temor e tremor, lembrando-nos de que ainda há um julgamento diante de nós.

Esse julgamento determinará se receberemos ou não uma recompensa.

No reino, todos os filhos de Deus fíéis serão recompensados, e os infiéis serão punidos, serão castigados.

No evangelho de Mateus 7.21, há uma clara orientação de como poderemos entrar no reino dos céus.

Aqui o Senhor fará uma distinção clara entre os discípulos que podem entrar no reino dos céus e os que não podem.

Embora todos os discípulos sejam salvos, a condição para entrar no reino dos céus é fazer a vontade de Deus.

Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.

O Senhor Jesus disse aos seus discípulos que eles não deveriam chamá-lo de Senhor somente com a boca.

Se eles o chamavam de Senhor, deveriam FAZER A VONTADE DO PAI.

Mesmo que tivessem as obras exteriores de Poder, de Profetizar, Expulsar demônios, Fazer Milagres, Falar em outras Línguas, mesmo assim estas obras não poderiam substituir a vontade do Pai.

O que O Senhor Jesus está dizendo, é que os filhos de Deus, os nascidos de novo, os crentes, os seus Discípulos, podem chamá-lo de Senhor e fazer muitas obras de Poder, mas ainda podem ser EXCLUÍDOS DO REINO DOS CÉUS.

Esta é a forte razão pela qual devemos ter entendimento e sermos cuidadosos em fazer a vontade de Deus.

Sinais e maravilhas é uma coisa, fazer a vontade de Deus é outra coisa!!!

O Senhor Jesus aos discípulos: “NUNCA VOS CONHECI. Apartai-vos de mim vós que praticais a INIQUIDADE.”

O “praticais a iniquidade” se refere a pessoas que não seguem regras, não guardam a lei, ou não aceitam regulamentos.

O problema com estes discípulos, não é o de fazer o mal, mas o de não ter princípios.

Mas o que são os princípios?

Os princípios são a Palavra de Deus.

Mas o que é a Palavra de Deus?

A Palavra de Deus é a vontade de Deus.

Se o crente não estiver fazendo a vontade de Deus, não importa o que faça, O Senhor Jesus dirá que ele é INÍQUO.

Todo filho de Deus. Todo cristão, todo discípulo, todo irmão que faz as coisas, segundo seu próprio EGO não terá parte no Reino dos Céus.

Podemos pensar que Profetizar, expulsar demônios e realizar Milagres seja o mais importante e que seremos pessoas maravilhosas.

Entretanto, essas coisas nunca poderão substituir a VONTADE DE DEUS.

Portanto, existe uma grande diferença entre trabalhar para Deus e fazer a vontade de Deus.

Nosso desejo é que hoje muitos sejam despertados, que Deus nos ajude e que possamos encontrar o equilíbrio.

Que possamos realizar muitas obras de Poder, que estejamos interessados em profetizar, expulsar demônios e realizar milagres, bem como em fazer a vontade de Deus conforme a sua Palavra.

Não nos enganemos, existe uma grande diferença entre trabalharmos para Deus e fazermos a vontade de Deus.

Fonte: http://alimentosolido.blogspot.com/2010/04/entendendo-o-amor-do-pai.html

Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que me ama

Muitas vezes falamos que amamos a Deus, porém nossos atos mostram o contrário. Amar a Deus vai muito além do sentimento – trata-se de obediência total à sua vontade. A vontade de Deus, segundo a Bíblia é perfeita, boa e agradável (Rm 12.2). Se de fato amamos a Deus, meditaremos em sua palavra diariamente, pois ali está toda a sua vontade. Devemos desejar ardentemente que as palavras que lemos sejam reveladas em nosso entendimento, pois elas geram transformação.

Jesus cumpriu toda a vontade do Pai; se fixarmos nossos olhos nele poderemos também andar em conformidade com esta vontade. Claro que isso não é fácil – é necessário tomar a cruz diariamente, negando nossas próprias vontades e desejos. A cruz é sinônimo de morte para o nosso eu, entretanto ela produz a vida que agrada ao Senhor.

Que busquemos com diligência aprender e obedecer à vontade de nosso Pai Celeste.

Lorimar