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Eu, porém, na justiça contemplarei a tua face; quando acordar, eu me satisfarei com a tua semelhança.” Salmo 17.15

É próprio do ser humano sonhar em alcançar coisas; alguns sonham em ter mais dinheiro para acabar com as dificuldades financeiras, outros sonham com o amor da sua vida; ainda outros sonham com uma vida de paz e saúde. Mesmo que tudo isso seja alcançado fica faltando o sonho que mais agrada o coração de Deus: Ser como Ele é.

Esse é o sonho de Davi, relatado no salmo 17.15. Sem esse desejo de crescer em semelhança com Deus a vida perde seu verdadeiro sentido.

Que venha ser esse o nosso sonho neste ano que se inicia, e que esse sonho cresça cada vez mais até ao ponto de ocupar incessantemente nosso coração e nossa mente.

Que Deus encha abundantemente sua vida.

No amor de Jesus Cristo,

Lorimar

A consagração não visa a pregação ou o trabalhar para Deus, mas servir a Deus. A palavra “serviço” no original tem o sentido de “esperar em”, isto é, esperar em Deus a fim de poder servi-lO. A consagração não envolve necessariamente o labor incessante, pois o seu alvo é esperar em Deus. Se Ele quer que nos levantemos, então nos levantamos; se Ele quer que esperemos, nós esperamos; e se Ele deseja que corramos, nós corremos. Esse é o verdadeiro significado de “esperar” nEle.

O que Deus requer de nós é que apresentemos os nossos corpos a Ele, não com o propósito de subir ao púlpito ou de evangelizar em terras muito distantes, mas de esperar nEle. Alguns, na verdade, podem ter que aceitar o púlpito, porque eles foram mandados ali por Deus. Alguns podem ser constrangidos a ir para terras distantes, pois foram comissionados por Deus para tal. O trabalho pode variar, mas o tempo gasto permanece o mesmo toda a nossa vida. Precisamos aprender a esperar em Deus. Oferecemos os nossos corpos para que possamos ser aqueles que servem.

Uma vez que nos tornamos cristãos, devemos servir a Deus por toda a vida. Tão logo um doutor em medicina se torna cristão, a medicina passa do primeiro para o segundo lugar. O mesmo acontece com o engenheiro. A exigência do Senhor tem prioridade: servir o Senhor torna-se o maior serviço. Se o Senhor permitir, posso trabalhar como médico ou engenheiro para ganhar meu sustento, mas não poderei fazer nenhum deles “o trabalho da minha vida”. Alguns dos primeiros discípulos eram pescadores, mas depois que seguiram ao Senhor, não mais queriam ser grandes pescadores, cheios de sucesso. Era-lhes permitido pescar ocasionalmente, mas o destino deles foi alterado.

Que Deus possa ser gracioso conosco, especialmente para com os novos crentes, para que todos possamos ver como a nossa profissão foi mudada. Que todos os professores, doutores, enfermeiras, engenheiros e industriais vejam que agora a sua profissão é servir a Deus. Suas antigas profissões foram relegadas a uma posição secundária. Eles não devem ser ambiciosos demais em suas especialidades, embora o Senhor possa ainda dar a alguns deles posições especiais. Nós que servimos a Deus não podemos esperar ser prósperos no mundo, pois estas duas coisas são contrárias. Daqui em diante, devemos servir apenas Deus; não temos outro caminho ou destino.

Na consagração, a nossa oração é: “Ó Senhor, Tu me deste a oportunidade e o privilégio de me apresentar diante de Ti e servir-Te. Senhor, sou Teu. Daqui em diante meus ouvidos, mãos e pés, tendo sido comprados pelo sangue, são exclusivamente Teus. O mundo não pode usá-los mais, nem eu tão pouco os usarei mais”. Qual, então, é o resultado? O resultado será a santidade, pois o fruto da consagração é a santidade. Em Êxodo 28 temos de um lado a consagração e de outro a santidade do Senhor.

Precisamos compreender que depois de nos tornarmos cristãos, ficamos inutilizados para tudo o mais. Isso não significa que seremos menos fiéis em nossos trabalhos seculares. Pelo contrário, devemos ser submissos às autoridades e fielmente cumprir nossas tarefas. Mas vimos perante Deus que nossa vida precisa ser gasta no serviço a Deus; todos os demais serviços são secundários.

Fonte: http://www.preciosasemente.com.br/mostra-artigos.php?artigo=253

“O senso da presença de Deus irá reviver em nós o senso da malignidade do pecado”

I. Orientação - Se esforce tanto para conhecer a Deus quanto para ser afetado pelos Seus atributos. Viva sempre diante Dele. Ninguém pode conhecer o pecado perfeitamente porque ninguém pode conhecer Deus perfeitamente. Você não pode conhecer o pecado mais do que você conhece a Deus, contra quem o seu pecado é cometido; a malignidade formal do pecado é relativa, pois é contra a vontade e os atributos de Deus. O homem piedoso tem algum conhecimento da malignidade do pecado porque ele tem algum conhecimento do Deus que é ofendido pelo mesmo. O ímpio não tem um conhecimento prático e prevalente da malignidade do pecado porque eles não têm um conhecimento de Deus. Aqueles que temem a Deus temerão o pecado; aqueles que em seus corações são irreverentes e impertinentes para com Deus, serão, em seus corações e em suas vidas, a mesma coisa para com o pecado; o ateísta, que acha que não existe Deus, também acha que não há pecado contra Ele. Nada no mundo inteiro irá nos mostrar de maneira tão simples e poderosa a maldade do pecado, do que o conhecimento da grandeza, bondade, sabedoria, santidade, autoridade, justiça, verdade, e etc., de Deus. Portanto, o senso da Sua presença irá reviver em nós o senso da malignidade do pecado.

II. Orientação – Considere bem o ofício de Cristo, Seu sangue derramado e Sua vida santa. Seu ofício é expiar o pecado e destruí-lo. Seu sangue foi derramado por ele. Sua vida o condenou. Ame a Cristo e você odiará o que causou Sua morte. Ame-O e você irá amar ser feito à imagem Dele, e odiará aquilo que é tão contrário a Ele.

III. Orientação - Pense bem o quão santo é a obra e o ofício do Espírito Santo, e quão grande misericórdia isto é para nós. Irá o próprio Deus, a luz celestial, descer a um coração pecaminoso para iluminá-lo e purificá-lo? E ainda devo manter minha escuridão e corrupção, em oposição a essa maravilhosa misericórdia? Embora nem todo pecado contra o Espírito Santo seja uma blasfêmia imperdoável, tudo é ainda mais agravado por meio disso.

IV. Orientação – Considere e conheça o maravilhoso amor e a misericórdia de Deus, e pense no que ele tem feito por você e você odiará o pecado, e terá vergonha dele. É um agravamento do pecado até mesmo para a razão comum e a ingenuidade, que devemos ofender um Deus de infinita bondade que encheu nossas vidas de misericórdia. Você será afligido se você tem injustiçado um extraordinário amigo; seu amor e sua bondade virão aos seus pensamentos e você sentirá raiva de sua própria maldade. De um lado veja a grande lista das misericórdias de Deus pra você, para sua alma e seu corpo. Do outro, observe satanás, escondendo o amor de Deus de você, e tentando você debaixo de uma pretensa humildade de negar Sua grande e especial misericórdia; procurando destruir seu arrependimento e humilhação escondendo também o agravamento do seu pecado.

V. Orientação - Pense no propósito da existência da alma humana. Para que ela fora criada? Para amar, obedecer, e glorificar nosso Criador; e você verá o que é o pecado, pois ele perverte e anula esse propósito. Quão excelentemente grande e santa é a obra para o qual fomos criados e chamados para fazer! E deveríamos desonrar o templo de Deus? E servir ao diabo em sua imundície e tolice, quando deveríamos receber, servir, e glorificar nosso Criador?

 

Para honra exclusiva de Deus, quero relatar um pouco da minha experiência com o poder que vem do alto.

Fui poderosamente convertido na manhã do dia 10 de outubro de 1821. Na noite do mesmo dia, e na manhã do dia seguinte, recebi poderosas inundações no Espírito Santo que me traspassaram, ao que me parecia, corpo e alma.

Descobri, logo em seguida, que estava revestido de tal poder do alto que umas poucas palavras aqui e ali às pessoas ao meu redor provocavam sua conversão imediata.

Parecia que minhas palavras se fixavam como flechas farpadas na alma delas. Cortavam como espada; partiam como martelo os corações. Multidões podem confirmar isso. Muitas vezes, uma palavra proferida, sem que disso eu me lembrasse, trazia convicção, resultando na conversão quase imediata.

Auto avaliação

Algumas vezes, me achava vazio desse poder: saía a fazer visitas e verificava que não causava nenhum impacto que conduzisse as pessoas à salvação. Exortava e orava, também sem resultados. Separava, então, um dia para ficar sozinho em jejum e oração, temendo que o poder me houvesse deixado e indagando ansiosamente pela razão dessa aparente destituição.

Após ter-me humilhado e clamado por auxílio, o poder voltava sobre mim em todo o seu vigor. Tem sido essa a experiência da minha vida.

A Espada do Espírito

Poderia encher um volume com minhas histórias e observações sobre esse poder do alto. É um fato que se pode perceber e observar, embora seja, ao mesmo tempo, um grande mistério. Tenho dito que, às vezes, um olhar consegue comunicar o poder de Deus. Muitas vezes o tenho presenciado. O fato que relato a seguir serve de ilustração.

Certa vez, fui pregar pela primeira vez em uma vila industrial. No primeiro dia, depois que cheguei, logo de manhã entrei em uma das fábricas para vê-la em funcionamento. Ao entrar no departamento de tecelagem, vi um grande número de moças e observei que algumas olhavam para mim, depois umas às outras, de um modo que indicava espírito frívolo, como se já me conhecessem. Eu, porém, não conhecia nenhuma delas.

Ao aproximar-me mais das que demonstravam me terem reconhecido, parecia que aumentavam suas manifestações de leviandade. A atitude delas causou uma impressão peculiar sobre mim; cheguei a sentir isso de modo bem profundo, no próprio coração. Parei no lugar em que estava e olhei-as; não posso descrever o olhar que lhes dirigi, pois toda minha mente estava tomada com o senso de culpa e perigo que pairava sobre elas.

Ao firmar o olhar nas jovens, observei que uma delas ficou muita agitada. Um fio partiu-se; ela tentou emendá-lo, porém suas mãos tremiam de tal forma que não pôde fazê-lo. Vi imediatamente que aquela sensação se espalhava, tomando conta de todo aquele grupo de moças levianas. Olhei-as firmemente, até que uma após outra desistia de trabalhar e não dava mais atenção aos teares.

Caíram de joelhos, e a influência espalhou-se por todo o departamento. Eu não tinha proferido uma palavra sequer e, mesmo que o tivesse, o ruído dos teares não teria deixado que me ouvissem. Dentro de poucos minutos, ninguém mais estava trabalhando. Lágrimas e lamentações se faziam ouvir por todos os lados.

Nesse instante, entrou o dono da fábrica, um homem não convertido, acompanhado, creio, pelo superintendente, que professava a fé. Quando o dono viu o que estava acontecendo, ele disse ao superintendente: “Mande parar as máquinas”.

“É mais importante”, acrescentou rapidamente, “a salvação dessas pessoas do que o funcionamento da fábrica.”

Assim que cessou o troar das máquinas, o dono perguntou: “Como faremos? Precisamos de um lugar de reunião, onde possamos receber instrução”.

O superintendente respondeu: “O salão de fiação serve”. Os fusos foram levantados para desocupar o lugar, e toda a fábrica avisada para se reunir naquele salão.

Tivemos uma reunião maravilhosa. Orei com eles e dei as instruções que na ocasião tinham capacidade de compreender. A Palavra foi dada com poder. Muitos manifestaram esperança ali mesmo e, dentro de poucos dias, segundo fui informado, quase todos os funcionários daquele grande estabelecimento, inclusive o dono, já tinham esperança em Jesus.

A Convicção do Espírito

Esse poder é uma grande maravilha! Muitas vezes, vi pessoas incapazes de suportar a Palavra de Deus. As declarações mais simples e comuns cortavam os homens como espada, no lugar em que se achavam sentados, tirando-lhes a força física e tornando-os quase tão incapacitados como se estivessem mortos.

Várias vezes, na minha experiência, o poder de Deus estava presente de tal forma que eu não podia levantar minha voz, na oração ou na exortação, acima de um tom de suave mansidão, sem que as pessoas presentes fossem totalmente conquistadas pelo Espírito Santo. E não era porque eu estivesse pregando uma mensagem de temor ou da ira de Deus; mesmo anunciando as mais doces palavras do Evangelho, acontecia a mesma coisa.

Parece que às vezes esse poder permeia o ambiente das pessoas que o possuem. Muitas vezes, uma multidão de pessoas em uma comunidade é revestida desse poder de tal forma que toda a atmosfera do lugar parece ficar impregnada com a vida de Deus. Um estranho, vindo de fora, ao passar pelo lugar, é tomado, de repente, por convicção de pecado e, em muitos casos, se converte ali mesmo a Cristo.

Quando os cristãos se humilham e consagram novamente a Cristo tudo o que possuem, e, depois, buscam esse poder, eles recebem muitas vezes um batismo tal que se transformam em instrumentos para converter mais pessoas em um dia do que em toda a sua vida até então.

Enquanto permanecerem suficientemente humildes para continuar com esse poder, a obra sobrenatural de conversões prosseguirá até que comunidades e até regiões inteiras se convertam a Cristo.

Fonte: http://www.oarautodasuavinda.com.br/?modulo=materia&id=106

A VISÃO DE DEUS SOBRE O SEXO

Sexo é algo ruim? Não, o sexo em si não é sujo e nem errado. Deus criou-nos seres sexuais – masculinos e femininos. Nosso gênero é determinado no momento da concepção, e quando nascemos nossa anatomia sexual já está completa. Deus não condena o sexo, afinal foi criação dEle.

“Pois tu formaste o meu interior, tu me teceste no seio de minha mãe. Graças te dou, visto que por modo assombrosamente maravilhoso me formaste” (Sl 139.13,14)

“Pois tudo que Deus criou é bom, e, recebido com ações de graça, nada é recusável, porque pela palavra de Deus, e pela oração, tudo é santificado” (1 Tm 4.4,5).

Desde o início Deus tinha um plano perfeito para o casamento:

“Por isso deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne” (Gn 2:24).

Unir significa estar colado um no outro. Quando duas pessoas se tornam uma só carne, ocorre uma ligação incrível.

QUAL O PROBLEMA ENTÃO?

Deus não condena o sexo; o que Ele condena é o sexo fora do contexto apropriado. Deus criou o sexo para o nosso prazer. Contudo a Bíblia condena a imoralidade sexual.

Temos as seguintes relações:

Esposo e Esposa – Uma só carne

Jesus e a Igreja – Um só corpo

A infidelidade e o pecado sexual vão contra o plano de Deus no tocante à pureza no casamento.

    Quando alguém se envolve sexualmente com outra pessoa que não seja o cônjuge, quer física ou mentalmente, está rompendo o compromisso estabelecido pelo plano de Deus. A imagem de sermos um com nosso cônjuge fica manchada.

    “Digno de honra entre todos seja o matrimônio; bem como o leito sem mácula; porque Deus julgará os impuros e adúlteros”(Hb 13.4).

    Quando cometemos um pecado sexual alteramos a imagem da aliança de Deus com seu povo, da qual o casamento é uma figura. Cada pecado sexual que um filho de Deus comete mancha um pouco esta imagem.

      SEXO ANTES DO CASAMENTO

      Para o mundo de hoje é algo muito natural. O mundo valoriza a atração sexual e a idéia de ter compatibilidade com o parceiro. Mas o sexo pré-conjugal não é a forma estabelecida por Deus para escolha do futuro cônjuge. A aparência e a atração sexual talvez façam parte do que nos atrai para determinada pessoa. Contudo nenhum desses dois elementos pode manter o casal unido.

      FANTASIAS

      Muitos consideram as fantasias sexuais um prazer pessoal que não prejudica ninguém. Mas Deus quer que nos abstenhamos delas porque:

      Quando Jesus ensina sobre adultério, deixa claro que a imoralidade sexual, na mente, tem o mesmo peso da imoralidade sexual física.

        “Ouvistes o que foi dito: Não adulterarás. Eu, porém, vos digo: qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração já adulterou com ela.” (Mt 5.27,28);

        A imoralidade sexual na mente pode levar-nos ao ato.

          “… cada um é tentado pela própria cobiça, quando esta o atrai e seduz. Então a cobiça, depois de ter concedido, dá à luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte.” (Tg 1.14,15).

          Talvez achemos que nosso segredo está bem guardado, mas “a boca fala do que está cheio o coração” (Mt 12.34). Aquilo que semeamos e alimentamos no coração, eventualmente nos levará à ação.

          A fantasia sexual nos leva a ver o sexo como algo impessoal e a desvalorizar as pessoas.

            PORTANTO…

            Devemos nos posicionar de acordo com o que Deus diz a respeito do sexo e aguardar nEle.

            “Confia no Senhor e faze o bem; habita na terra e alimenta-te da verdade. Agrada-te do Senhor, e ele satisfará aos desejos do teu coração. Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nEle, e o mais Ele fará” (Sl 37.3-5).

            Lembremos que é na mente que todo o processo começa. Sendo assim devemos levar “todo entendimento à obediência de Cristo” (2 Co 10:5), porque “embora andando na carne não militamos segundo a carne” (2 Co 10.3).

            Deus fica muito alegre quando encontra homens e mulheres no Corpo de Cristo que tomam a decisão de andar ao seu lado.

            Quando detestamos o pecado, não queremos ter parte com ele. A santidade e a obediência andam de mãos dadas. A obediência é a maior manifestação da santidade e do nosso amor por Jesus.

            “De tudo o que se tem ouvido, o resumo é: Teme a Deus, e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo homem.” (Ec. 12.13)

            NAMORO?

            Não encontramos na Bíblia nenhuma base para o chamado “namoro”, que, em nossa sociedade, se tornou o padrão de conduta para iniciar o relacionamento de um rapaz com uma moça. Os caminhos de Deus, como encontramos nas Escrituras, são muito diferentes. Não são os caminhos do mundo com padrões mais elevados. Os caminhos de Deus têm uma natureza diferente, outra essência.

            PROBLEMAS DO NAMORO

            É originado pela atração sexual, pela aparência física, pelo corpo. Exemplo de Sansão:

              “Desceu Sansão a Timnate; e vendo em Timnate uma mulher das filhas dos filisteus, subiu, e declarou-o a seu pai e a sua mãe, dizendo: Vi uma mulher em Timnate, das filhas dos filisteus; agora pois, tomai-ma por mulher” (Jz 14.1-2);

              Para muitos é como uma licença para certa permissividade física, o que resultará em defraudação de um para com o outro:

                “Porque esta é a vontade de Deus, a saber, a vossa santificação: que vos abstenhais da prostituição, que cada um de vós saiba possuir o seu vaso em santidade e honra, não na paixão da comcupiscência, como os gentios que não conhecem a Deus; ninguém iluda ou defraude nisso a seu irmão, porque o Senhor é vingador de todas estas coisas, como também antes vo-lo dissemos e testificamos. Porque Deus não nos chamou para a imundícia, mas para a santificação” (1Te 4.3-7);

                “A posse antecipada de uma herança, no fim não será abençoada” (Pv 20.21);

                Está enraizado no egoísmo, na auto-satisfação.

                  “Responderam-lhe, porém, seu pai e sua mãe: Não há, porventura, mulher entre as filhas de teus irmãos, nem entre todo o nosso povo, para que tu vás tomar mulher dos filisteus, daqueles incircuncisos? Disse, porém, Sansão a seu pai: Toma esta para mim, porque ela muito me agrada” (Jz 14. 3);

                  Não há objetivo a longo prazo. O amor romântico não olha para o futuro. Sansão é um exemplo de pessoa que teve vários relacionamentos fugazes, que vieram a destruí-lo. Esse tipo de “amor” não é apenas cego. É surdo, mudo e burro.

                  Todo envolvimento sentimental e/ou físico provoca uma ligação de corações, que, quando rompido, traz dano às nossas emoções. É como tentar descolar duas folhas de papel: sempre ficarão marcas desses relacionamentos. A alma então, para se proteger, procura outro relacionamento, e assim, o problema vai se tornado cada vez maior. Resultado: após vários relacionamentos afetivos não teremos mais o coração inteiro para oferecer ao cônjuge que Deus um dia nos dará. Amar é algo muito sério e nosso coração não é brinquedo. Muitos terão bloqueios na vida de casados provocados por pecados decorrentes de namoros anteriores. Podemos então dizer que o namoro não é preparação para o casamento, mas para o divórcio.

                  Nossos corpos não são nossos. São para o Senhor e o Senhor para eles.

                      “Os alimentos são para o estômago e o estômago para os alimentos; Deus, porém aniquilará, tanto um como os outros. Mas o corpo não é para a prostituição, mas para o Senhor, e o Senhor para o corpo… Ou não sabeis que o que se une à meretriz, faz-se um corpo com ela? Porque, como foi dito, os dois serão uma só carne. Mas, o que se une ao Senhor é um só espírito com ele. Fugi da prostituição. Qualquer outro pecado que o homem comete, é fora do corpo; mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo. Ou não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que habita em vós, o qual possuís da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por preço; glorificai pois a Deus no vosso corpo” (1Co 6.13,16-20).

                      Além disso, estamos reservados para aqueles que serão nossos cônjuges:

                        “A mulher não tem autoridade sobre o seu próprio corpo, mas sim o marido; e também da mesma sorte o marido não tem autoridade sobre o seu próprio corpo, mas sim a mulher” (1 Co 7.4);

                        “Mulher virtuosa, quem a pode achar? Pois o seu valor muito excede ao de jóias preciosas. O coração do seu marido confia nela, e não lhe haverá falta de lucro. Ela lhe faz bem, e não mal, todos os dias da sua vida” ( Pv 31.10-12).

                        Os solteiros não estão disponíveis para qualquer um, mas reservados para aqueles que Deus trará. Temos que procurar estar puros não apenas sexualmente, mas também emocionalmente, para nossos futuros cônjuges. Se nos preservarmos, certamente estaremos nos preparando para um casamento sadio e abençoado. Se não formos fiéis nesse princípio de Deus poderemos colher sérias conseqüências.

                        O PADRÃO DE DEUS

                        O relacionamento de jovens cristãos, especialmente dos adolescentes, deve ser livre de interesses de namoro. Rapazes e moças devem procurar desenvolver uma grande amizade, com toda liberdade e pureza, como irmãos que, de fato, são:

                          “Não repreendas asperamente a um velho, mas admoesta-o como a um pai; aos moços, como a irmãos; às mulheres idosas, como a mães; às moças, como a irmãs, com toda a pureza” (1Tm 5.2).

                          Essa é a hora de se conhecerem bem e de se exercitarem na comunhão, no estudo da Palavra e no serviço da Casa de Deus.

                          “Pois quero que estejais livres de cuidado. Quem não é casado cuida das coisas do Senhor, em como há de agradar ao Senhor” (1Co 7.32).

                          Os sentimentos que possam surgir entre eles devem ser guardados no coração para o momento certo. Em Co 13 vemos que o amor não busca seus próprios interesses, tudo crê, tudo espera.

                          “Conjuro-vos, ó filhos de Jerusalém, pelas gazelas e cervas do campo, que não acordeis, nem desperteis o amor, até que ele o queira “ (Ct 3.5);

                          O aprofundamento do relacionamento sentimental entre um rapaz e uma moça deverá sempre ter em vista um compromisso de casamento. Sendo assim, somente deverá ser iniciado quando já se conhecerem bem e houver condições mínimas para que o casamento possa ser concretizado. É conveniente que esse período de comprometimento mútuo seja o mais breve possível, para evitar longo tempo de aproximação, e o conseqüente “abrasamento”:

                            “Mas, se não podem conter-se, casem-se. Porque é melhor casar do que abrasar-se” (1Co 7.9).

                            O termo bíblico para esse relacionamento é “desposamento”, ou seja, compromisso de casamento:

                            “Ora, no sexto mês, foi o anjo Gabriel enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré, a uma virgem desposada com um varão cujo nome era José, da casa de Davi; e o nome da virgem era Maria” (Lc 1.27).

                            Primeiro a comunhão espiritual; depois a comunhão intelectual, a emocional; a comunhão física apenas para depois do casamento;

                            Todo o processo deve estar em absoluto acordo com a orientação dos pais/mães, especialmente dos pais. O padrão bíblico sempre aponta a figura paterna como elemento chave no casamento de seus filhos. Eles devem participar de todo o processo. Os jovens cristãos devem compartilhar com seus pais até mesmo dos sentimentos preliminares que venham a surgir em seus corações.

                                Fonte: http://www.seguindoacristo.com.br/Adolescente/SexoeNamoro.pdf

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                                maio 2012
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